Júnior Aragão
Eu, acredito em você, ouça minha voz. Te estendo Minhas mãos. Meu amor é INCONDICIONAL
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Festival Halleluya - A festa que nunca acaba.
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Todos os acessos as informações desta festa maravilhosa, você encontra aqui.
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
The voice Brasil
Inicia novamente a jornada para aqueles cujo sonho é estrelar no palco musical. Somente os determinados, qualificados e humildes chegaram lá.
É emocionante observar como nosso país possui tão lindas vozes. Vamos prestigiar todos eles.
Não importa apenas ganhar o programa, pois já são vencedores, aqueles que têm a coragem de se escrever e não têm medo de mostrar seu rosto e arriscar tudo pelo seu sonho.
Vamos nessa, vamos pra mais uma edição do "THE VOICE BRASIL"
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Dicas do MAURO HENRIQUE
http://sacadasdomauro.com/
Chegou o que faltava, aquele precioso empurrão pra nós que estamos iniciando na música.
Pra quê melhor, do que dicas desse ilustre cantor? MAURO HENRIQUE- VACALISTA DA BANDA OFICINA G3.
Bom demais em?
Click e confira
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Classificação das vozes
Você, provavelmente, já está familiarizado ou, pelo menos, já ouviu falar em termos como: Soprano, Contralto, Tenor e Baixo. São as vozes de uma forma de composição bem conhecida: o coral, cujo nome também, popularmente, representa o grupo de pessoas que executa a tal composição (pode-se chamar, mais corretamente, o grupo de coro). Mas estas não são as únicas possibilidades de classificação das vozes.
Vamos, em primeiro lugar separar as vozes em agudas, médias e graves.
A voz aguda feminina é o Soprano e a masculina é o Tenor.
A voz média feminina é o Meio-soprano (ou Mezzo-soprano) e a masculina é o Barítono.
A voz grave feminina é o Contralto e a masculina o Baixo. São vozes raras no Brasil. O Baixo ainda encontramos, mas o Contralto verdadeiro é raríssimo e tem partituras interpretadas por Mezzo-sopranos Dramáticos. A maioria dos coros tem de valer-se de Barítonos para cantar a linha dos Baixos dos corais.
Todos nós já nascemos com um tipo de voz. Nossa voz é o resultado de várias características físicas que herdamos de nossos pais. Por isso, é impossível um Tenor “desenvolver” uma voz de Barítono. Vai, sim, desenvolver sérios problemas vocais se tentar. Não “fabrique” uma voz que não é a sua. Vai estragar sua voz.
Vozes femininas:
•O Soprano Ligeiro: é o chamado 1º Soprano, que tem por característica uma voz de volume menor, mas que alcança notas muito agudas, além de ter facilidade para cantar notas com ritmo rápido (volaturas).
•O Soprano Lírico-Ligeiro: Também chamado de Lírico Spinto, é um pouco mais encorpado que o ligeiro puro, também tem facilidade pra agudos e volaturas.
•O Soprano Lírico: de voz mais cheia, também possui maior volume. É também chamada de 2ºSoprano.
•O Soprano Dramático: raro e de sonoridade peculiar, é o soprano mais grave. Normalmente tem grande extensão e desenvolve grande volume.
•O Mezzo-soprano Lírico: é também chamado em alguns lugares de Mezzo-soprano Ligeiro, pois apesar do timbre grave, assim como o Soprano Ligeiro, tem boa agilidade para volaturas (venho ressaltar que alguns classificam distintamente o Mezzo lírico do ligeiro).•O Mezzo-soprano Dramático: de grande extensão, timbre escuro e bem grave, muitas vezes canta também partituras de Contralto solo, o que pode ocorrer com mais freqüência com o abaixamento natural da voz ao passar os anos.
•O Contralto: Tem timbre muito escuro e grave.
Vozes masculinas:
•O Contratenor: é atualmente a voz masculina que treina tecnicamente o falsete para cantar como Contralto.
•O Tenor Ligeiro: também conhecido como 1o Tenor é a voz masculina natural mais aguda, também com facilidade para volaturas.
•O Tenor Lírico-Ligeiro: Também chamado de Lírico Spinto, é um pouco mais encorpado que o ligeiro puro, também tem facilidade pra agudos e volaturas.
•O Tenor Lírico: voz mais rica em harmônicos que a anterior, tem o timbre mais cheio. É também chamado de 2o Tenor.
•O Tenor Dramático: assim como o Soprano Dramático desenvolve grande volume.
•O Barítono Lírico ou Barítono Central: é comum como terceira voz em quartetos masculinos de música cristã. É importante salientar que alguns Tenores Dramáticos e Líricos podem ser classificados como Barítonos, devido a alguma dificuldade na identificação do timbre.
•O Barítono Dramático: de voz bem grave e volumosa, é também chamado de Baixo Cantante ou Baixo Barítono (de acordo com o repertório operístico).
•O Baixo: tem o timbre bem escuro e potente.
•O Baixo Profundo: timbre escuríssimo, voz potente.
Dicas para cantar bem
• Procure cantar sempre em pé, com postura ereta. Evite roupas apertadas.
• Relaxe a musculatura do corpo, principalmente a do tronco.
• Através de exercícios técnicos, um aquecimento vocal é sempre fundamental antes de cantar.
• Após a cantar, faça repouso vocal (fale menos).
• Procure ter ciência do que vai cantar. Isso evitará frustrações por medo, timidez, ansiedade, etc.. No caso de uma melodia nova, procure estudar o texto (sem acompanhamento), isso lhe trará maior segurança posterior.
• Com o microfone, é muito importante ouvir sua própria voz. Se sentir que o acompanhamento está lhe incomodando, não hesite em pedir para aumentar o volume, ou pedir para abaixar o acompanhamento.
• Aprenda a reconhecer sua voz, novos timbres, tessituras ( tons graves, médios e agudos), partes ressonantes da máscara facial. É importante você monitorar sua voz, constantemente.
• Procure não comer em excesso e bebidas geladas momentos antes de cantar.
• Nunca cole a boca no microfone, procure sempre cantar no minimo há 4 dedos de distancia do microfone. Isso faz com que sua voz saia clara e se estalos para os ouvintes.
• Não exagere na ingestão de bebidas quentes em excesso, (chá, café, chocolate, etc..).
• Cuidado com mudanças bruscas de temperatura, seja por ingestão de líquidos ou fatores climáticos. Fuja do contato próximo a ares-condicionados e ventiladores. Se não for possível, aumente a ingestão de água à temperatura ambiente.
• Nada de esforços vocais desnecessários, como gritar e falar alto.
• Não cante estressado ou se não estiver bem de saúde.
• Até hoje, não ficou cientificamente provado o uso de sprays, gengibre, conhaque, pastilhas, alho na manteiga, cebola crua, limão com mel, rapadura do Egito, e outras misturas milagrosas, como prevenção aos distúrbios vocais. Respeito a opinião de colegas, mas na minha ótica, é tudo uma questão de auto-sugestão, ou seja, se você por na cabeça que essas poções lhe farão bem, vá em frente (por sua conta e risco).
terça-feira, 31 de maio de 2011
Studio Argolo Restaurações de Obras de Arte
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domingo, 13 de março de 2011
Definição da música
Como usar o microfone corretamente
Seria difícil imaginar os dias de hoje sem a presença do microfone. Sua utilidade é incontestável. Ele permite que a comunicação do orador seja mais natural e espontânea, possibilitando falar a grandes platéias da mesma forma como se conversa com uma ou duas pessoas.
Mesmo possuindo todas essas qualidades, o microfone, muitas vezes, é visto como um terrível inimigo, chegando a provocar pânico em determinados oradores, principalmente naqueles menos habituados com a tribuna. Isso ocorre por não se observar certos procedimentos elementares, mas de capital importância a uma boa apresentação. Vejamos, de forma resumida, o que deve ser feito para o bom uso do microfone:
Microfone de lapela
Este tipo de microfone praticamente não apresenta grandes problemas quanto à sua utilização; ele é preso na roupa por uma presilha tipo “jacaré”, de fácil manuseio. É muito útil quando se pretende liberdade de movimentos na tribuna. Para usá-lo bem, basta atentar aos itens que passaremos a comentar.
a. Ao colocá-lo na lapela, na gravata ou na blusa, procure deixá-lo na altura da parte superior do peito, pois ele possui boa sensibilidade e a essa distância poderá captar a voz com perfeição.
b. Enquanto estiver falando, não mexa no fio. É comum observar oradores segurando, enrolando, ou torcendo o fio do microfone. Já presenciamos casos que se mostraram cômicos; em um deles, sem perceber, o orador começou a enrolar o fio do microfone e, quando chegou ao final da apresentação, assustou-se ao verificar que esta com mais de dois metros de fio nas mãos.
c. Outra precaução importante a ser tomada ao usar o microfone de lapela é a de não bater as mãos ou tocar no peito com força, próximo ao microfone, enquanto estiver falando, porque esses ruídos também são ampliados, prejudicando a concentração e o entendimento dos ouvintes.
d. É perigoso fazer comentários alheios ao assunto tratado de qualquer microfone, porque sempre poderão ser ouvidos. No caso do microfone de lapela o problema passa a ser muito mais grave por causa da sua alta sensibilidade. Ele permite captar ruídos a uma considerável distância. Isto sem conta que, preso na roupa, sempre o acompanhará.
e. Talvez não seja necessário fazer este tipo de comentário, mas como já presenciamos inúmeros ocorridos desagradáveis, vale a pena alertar o orador para que não se esqueça de retirar o microfone quando terminar de falar e for sair da tribuna.
Microfone de pedestal
Este tipo de microfone exige maiores cuidados para sua melhor utilização. É um microfone mais comum e encontrável na maioria dos auditórios. Veja agora o que deverá fazer para evitar problemas e melhorar as condições de sua apresentação.
a. Inicialmente verifique como funciona o mecanismo da haste onde o microfone se sustenta e se existe regulagem na parte superior onde ele é fixado. Treine esses movimentos, abaixando e levantando várias vezes a haste, observando atentamente todas as suas peculiaridades. Evidentemente essa tarefa deverá ser realizada bem antes do momento de se apresentar, de preferência sem a presença de nenhum ouvinte. Se isto não for possível, verifique a atuação dos outros oradores mais habituados com o local e como se comportam com o microfone que irá usar.
b. Já familiarizado com o mecanismo de regulagem da altura, teste a sensibilidade do microfone para saber a que distância deverá falar. Normalmente a distância indicada é de dez a quinze centímetros, mas cada microfone possui características distintas e é prudente conhecê-las antecipadamente. Se durante o teste estiver acompanhado de um amigo ou conhecido, peça que ele fique no fundo da sala e diga qual a melhor distância e qual a altura ideal da sua voz.
c. Ao acertar a altura do microfone, procure não deixar na frente do rosto, permitindo que o auditório veja o seu semblante. Deixe-o a um ou dois centímetros abaixo do queixo.
d. Ao falar, não segure na haste e fale sempre olhando sobre o microfone; dessa forma o jato da voz será sempre captado: assim, quando falar com as pessoas localizadas nas extremidades da sala, ou sentadas à mesa que dirige a reunião, normalmente posicionada no sentido lateral, gire o corpo de tal maneira que possa sempre continuar falando com os olhos sobre o microfone.
e. Fale, não grite, isso mesmo, aja como se estivesse conversando com um pequeno grupo de amigos. Isso não quer dizer que deverá falar baixinho, sem energia; ao contrário, transmita sua mensagem animadamente, com vibração, mas sem gritar.
f. Se for preciso segurar o microfone com a mão para se movimentar na tribuna, o cuidado com o jato de voz deverá ser o mesmo; nesse caso não movimente a mão que segura o microfone e deixe-o sempre à mesma distância.
Microfone de mesa
O microfone de mesa requer os mesmo cuidados já mencionados, com a diferença de normalmente ser apoiado sobre uma haste flexível. Ao acertar a altura não vacile, faça-o com firmeza e só comece a falar quando tiver posicionado da maneira desejada.
Se lhe oferecerem um microfone no momento de falar, antes de aceitar ou recusar, analise algumas condições do ambiente. Se os outros falaram sem microfone e se a sala não for muito ampla e permitir que a voz chegue até os últimos ouvinte, sem dificuldade, poderá recusá-lo. Se alguns oradores se apresentaram valendo-se do microfone, ou se sentir que o tamanho da sala e a acústica impedirão sua voz de chegar bem até os últimos elementos da platéia, aceite-o.
Se o microfone apresentar problemas e você perceber que eles persistirão, desligue-o e fale sem microfone. Não peça opinião a ninguém sobre essa atitude. A apresentação é sua e você é o responsável pelo seu bom desempenho. O microfone deve ajudar a exposição. Se, ao contrário, atrapalhar, é preferível ficar sem ele.
Por motivo de espaço, as dicas de oratória de todos os posts aqui no site são sempre resumidas.
Leonardo Gonçalves
voltando a net
só pra reiterar isto que estou dizendo:
tiago arrais está terminando o doutorado dele em antigo testamento na universidade de andrews, nos estados unidos. eu ainda acho que ele tinha que seguir uma carreira artística, mas ele garante que seu chamado é para pastor, rs…








